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The Good Wife - 3x10 - Parenting Made Easy

Alicia boazinha, ou Alicia covarde se você preferir, voltou ao (ou melhor, perdeu o) controle da situação.


Alicia boazinha, ou Alicia covarde se você preferir, voltou ao (ou melhor, perdeu o) controle da situação.

Na review do episódio anterior, terminei perguntando se Santa Alicia iria continuar com a nova pose de “pecadora” ou se Will iria destruí-la de vez. O detalhe é que eu imaginava que Will é que seria o responsável por terminar o relacionamento, mas esqueci de que é sobre Alicia que estamos falando.

Sinceramente, já estou cansada das justificativas dela. Em primeiro lugar, o que ela pretende fazer em relação a Peter? Cadê o divórcio? O que ela está esperando para oficializar a separação?

O mais engraçado é que os “filhos” vivem aparecendo como a razão dessa inércia de Alicia. Gente, alguém precisa falar pra ela que eles não são crianças mais! Louis Canning (Michael J. Fox) sempre apertando a tecla do “você precisa ter mais tempo para seus filhos” soou tão enjoativo! Porque, vamos combinar, Grace e Zach já são bem grandinhos e conseguem cuidar de si mesmos. Não tem nenhum bebê na história que precise mamar de hora em hora. Alicia, por favor, desencane-se.

Agora, o motivo da separação: “Não consigo. É demais.”. Me diga, Alicia, o que “é demais”? Ter um homem como Will te amando por toda a vida e esperando sua boa vontade de ficar com ele é o seu “demais”? Ou no fato de você não ter coragem suficiente para começar a viver sua vida que é “demais”?
Eu até chamaria de paranoia o evento “sumiço de Grace”. Mas tenho que concordar que aquela mensagem que Alicia ouviu no telefone era de deixar preocupado mesmo. Já em relação ao fator crença explorando no episódio, tanto pela cliente de Alicia (interpretada por Jennifer Carpenter) quanto por Grace, nem dá para discutir as motivações de cada uma. O que não dá para entender é como Grace pensa, ou tenta pensar, desta forma, visto que a série já deu algumas insinuações sobre ela ser homossexual. Contudo, não vamos nos precipitar. The Good Wife não deixa nenhuma ponta solta e logo mais explorará mais a questão, quem sabe até usando a contradição que a dupla crença-sexualidade gera. É esperar pra ver.

Foi excelente ver o embate Caitlin versus Martha. Ele serviu para colocar Alicia na defesa de sua contratada e talvez até acabar com possíveis estranhamentos consequentes da contratação forçada. Além, é claro, de mostrar que The Good Wife tem um propósito para cada segundo de seu roteiro. Nada é por acaso, nenhuma conversa, nenhum personagem, nenhum olhar. O trio Kalinda-Dana-Cary já deu altas provas desta qualidade de TGW. Eli teve, pela primeira vez, um diálogo franco com Will que também exemplificou esta precisão da série.

Agora só resta esperar pelas consequências. Tudo o que aconteceu neste episódio foi ação. E como para cada ação existe uma reação, vamos ver o que este excelente roteiro reserva para os personagens que decidiram dar algum passo – certo ou em falso – em Parenting Made Easy.
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