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Person of Interest - 1x11 - Super

That, detective Carter, is what we do.


That, detective Carter, is what we do.

Person of Interest continua sem decepcionar. A qualidade da série já se excedeu em “Get Carter” e agora nos presenteia com “Super”, um episódio para se ver várias e várias vezes sem cansar.

Depois do tiroteio em “Number Crunch” ficamos imaginando como Finch lidaria com a situação. Pois é. O patrão que antes evitava contato desnecessário com o empregado se mostrou o melhor amigo possível. Ele não só teve o cuidado de tratar Reese bem longe dos olhos das autoridades como o manteve assim durante seu “repouso”. O melhor, é claro, ficou por conta do travesseiro e da insistência do chefe em fazer John usá-lo. Mas como todo menino doente gosta de dar birra...
Ernest Trask ou Ernest Machado (David Zayaz, o Batista de Dexter) foi o CPF da vez. O interessante é que até no final do episódio tudo indicava que ele seria o criminoso e não a vítima. Estava tudo encaixando. Vivia sozinho, perseguia um morador, comprou uma arma, tinha fotos da jovem Lily Thorton tiradas sem o consentimento dela. Além disso, as histórias de luxo e riqueza, mirabolantes para um mero zelador, contadas para quem quisesse e não quisesse ouvir, ajudaram a manter a impressão de que ele era o suspeito. Bela artimanha do roteiro.

Para melhorar o que já estava perfeito, Reese e Finch tiveram que mudar de cargo. John, incapacitado de sair perseguindo gente por Manhattan, teve que ficar em casa olhando pra cara do computador e resmungando. Enquanto isso, Harold tentava fazer mil coisas ao mesmo tempo e também resmungava. Carter entrou no ritmo e resolveu “reclamar” da falta de cumplicidade por parte de seus cúmplices. Afinal, se é pra fazer parte de um crime, o mínimo que se pode exigir é que se saiba que crime está cometendo.

Finch mostrou, de uma vez por todas, que ele e Reese estão do lado dos anjos. Obviamente que a detetive não deve ter entendido como ele sabia do delito que estava prestes a acontecer. Mas o que importa é que ela viu– e participou – da tarefa de “salvadores” que os dois executam. Pelo menos por enquanto, eu suponho, ela não irá perseguir John como um criminoso.

Continuando a provar que está mais do que afiado, Harold usou Fusco para mandar o FBI para longe da cola deles. Snow jura que é muito inteligente, mas facilmente caiu na cilada da digital plantada. Isso deve dar algum tempo de vantagem para o mais novo trio “Justiceiros de New York”, e deve complicá-los de vez quando Snow voltar muito bravo por não ter encontrado nada em Connecticut.

A resolução do caso fugiu um pouco do comum, visto que Ernest não era nem vítima nem criminoso. Na verdade tudo o que ele tinha era complexo de herói. Viu a moça oprimida pelo bonitão (e louco) Rick Morris (Bill Heck) e lá se foi comprar uma arma para defender a donzela. Sorte dele que ainda teve um Reese de muletas para ajudar na hora do vamos ver. Ou alguém achou que nosso protagonista não dá conta de lutar – e sair ileso – com muletas?
Os flashbacks para 2005 foram constantes em “Super”. Eles revelaram bastante sobre a construção da máquina, sobre o funcionamento dela e, sobre o perigo que a existência dela trás. O sócio de Finch deixou de ser um mero amigo e passou a ser o suspeito da tragédia que aconteceu com Harold. Ficou claro no final do episódio que o nome dele saiu na máquina (que tem um “instinto de autopreservação”). Denton Weeks (Cotter Smith) também foi introduzido como uma potencial ameaça. Desta forma, já temos dois personagens que colocam Finch em perigo.

Vale ressaltar que até aqui vemos que a máquina libera umCPF que pode levar a um criminoso ou a uma vítima. Assim, quando ela revela o nome de Nathan Ingram, não dá para sabermos exatamente se ele é um perigo ou se sofre perigo. Além disso, vale também lembrar do cartão assinado com “N.I.” mostrado no episódio anterior. Agora sabemos que a sigla se refere ao nome “Nathan Ingram”.

Elogiar Person of Interest já está ficando redundante. A cada episódio temos um caso diferente – o que faz dela uma série procedural. Mas ao mesmo tempo temos o desenvolvimento da trama dos protagonistas acontecendo a todo o vapor, deixando claro que PoI sabe exatamente o que está fazendo – e exatamente aonde quer chegar. Dá gosto de ver algo tão bem feito. E a cada final dá mais curiosidade para ver o que está por vir. CBS, cadê a confirmação da 2ª temporada?


Observações:

- “Não coma em serviço, Finch.”

- Reese nem acredita em uma “máquina” mais. Ele já está achando que o chefe é o responsável por todos aqueles dados...

- John tentando ensinar o patrão a se defender arrancandoo olho de alguém. Viram Reese usando a técnica recém aprendida em Morris?
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