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The Good Wife - 3x15/16 - Live from Damascus / After the Fall

Depois do explosivo Another Ham Sandwich , começamos o Live From Damascus exatamente de onde o anterior parou. Will comemora, juntamente...


Depois do explosivo Another Ham Sandwich, começamos o Live From Damascus exatamente de onde o anterior parou. Will comemora, juntamente com Diane, o sucesso deles contra a desesperada Wendy Scott-Carr. Enquanto, esta que sofreu a derrota, avisa a um bravo Peter de que ela prosseguirá com as acusações contra Will, com ou sem a ajuda de Peter. E aí temos o início do fim da festa, que nos leva ao consequente After the Fall.

Estes três episódios podem ser vistos como um conjuntos de causas e consequencias. Em Live From Damascus vimos que o que derrubou Will não foi o argumento das acusações que tinham contra ele, e sim a hipocrisia da Ordem dos Advogados. Will é nada mais do que um excelente advogado, e o seu erro, de tirar 45 mil dólares da conta de um cliente, aconteceu há 15 anos atrás e já foi devidamente corrigido. Os advogados, no entanto, afirmam que não existe “prescrição” para o “crime” cometido e seguem em frente com o julgamento.

Depois da batalha travada contra Wendy, não é de se estranhar que Will estivesse sem forças. Afinal, é uma tempestade atrás da outra, nenhum momento de sossego sequer. Por tudo isso, ele se recusa a lutar contra a Ordem e decide deixar as coisas acontecerem. Diane, porém, não aceita entregar os pontos e ainda tenta interceder pelo sócio, o que acaba rendendo em uma atenuação de sua pena.
Ao invés de ser expulso, Will tem a “opção” de ficar seis meses suspenso, podendo apenas agir como um consultor em seus casos. Tal alternativa, depois escolhida por ele, resultou do fato de ele ter sido o criador do departamento de Pro Bono na sua firma, como Diane fez questão de contar ao Conselho.

Apesar de The Good Wife tratar de maneira muito leve a questão da expulsão/suspensão de um advogado, considero que foi um acerto a veia cômica que as irmãs de Will trouxeram para a série. O descanso que ele tanto queria foi completamente para o ralo quando as duas chegam para animá-lo – e lembrá-lo do quanto ele precisa de uma mulher. Elas chegam a pensar que Kalinda é a “namorada” com quem ele falava no telefone durante o caso de suicídio. Segundo a dupla, Will “amansa” a voz quando fala com algum interesse amoroso…

O melhor disso tudo, foi a descrição que elas fizeram do irmão. Pelo jeito, Will gosta de mulheres mais novas, padrão bem distante de Alicia que, além de ter a mesma idade ou ser mais velha que ele, tem dois filhos. Ah, o amor…

Falando em Alicia (e amor), voltamos novamente ao ponto do divórcio, ou melhor, do não-divórcio. Lá se foram três anos de um lenga lenga dela sem se decidir quanto ao fim ou continuação do casamento. As desculpas, claro, sempre são os filhos e a carreira de Peter, como se esta última tivesse de ter alguma importância para ela. Acontece que tem, e o pior é que a mamãe Alicia trata os filhos como se fossem de porcelana, evitando que qualquer baque da vida chegue neles. (Penso cá comigo: que mal vindo do casamento dos pais que esses meninos já não sofreram?).

Eli aceitou a campanha de senadora da ex-esposa e se voltou-se também para a campanha de Peter. O atual promotor quer se candidatar a governador e, para isso, tem que abrir mão da honestidade que tanto lutou para ter. Foi mesmo engraçado a conclusão a que Eli chegou: os amigos de Peter são punidos (por não ganharem nenhum cargo) enquanto os inimigos saem com as vitórias. Na prática, estava sendo assim mesmo, mas tudo na vida tem seu preço.

Alicia também tem um preço a pagar pelo sucesso dessa campanha. Pelo jeito, no mundo político (e hipócrita) o casamento é mesmo valorizado, e só a ideia de um divórcio vindo pode atrapalhar tudo. A pressão vem de todos os lados, tanto para Alicia quanto para Peter, e os dois acabam cedendo. Ela demite David Lee. Ele diz que os dois estão tentando se entender.
Cary tem uma nova função: “capacho” de Peter. Primeiro foi com Dana, depois que a investigação de Wendy foi por água abaixo. Agora, com a volta dos “amigos” para o escritório, ele teve que rebaixar Pine da chefia da Revisão Criminal. O engraçado é que ele está apenas seguindo ordens e ao assumir que tudo vem dele, ambas resolvem culpar qualquer coisa, menos o chefe de todos eles, Peter. Na Lockart/Gardner não era assim, Cary…

Enquanto Will esteve fora de sua firma, Eli, David e Julius começaram a fazer promessas – e ameaças – à Diane. O desejo? Claro, o lugar de Will. Nesse meio tempo, Caitlin também foi promovida, deixando Alicia receosa. Não entendo exatamente o motivo deste receio. É certo que no início ela teve que “engolir” a sobrinha de David, mas agora as coisas já são diferentes (?). Só espero que no meio disso tudo Alicia não resolva que vai disputar as graças dos chefes com Caitlin também. Já tivemos o round 1 com Cary versusAlicia e vimos muito bem no que deu. Porém Caitlin versus Alicia pode resultar em algo totalmente diferente. Existe um David Lee no meio da história agora!


Casos:

- Live From Damascus: uma empresa de software vende um programa de busca de dados, o CoursePoint, para o governo sírio, que prende e tortura manifestantes. A Lockart/Gardner representa o irmão de uma moça supostamente morta por tal governo, e processa a empresa por fornecer o programa em questão, que pode ter ajudado no aprisionamento da jovem. Obviamente que Will vence o processo, especialmente depois que ele consegue mostrar que o governo sírio tem o “serial” do CoursePoint, prova de que o programa foi obtido de maneira legal (vendido pela empresa).

- After the Fall: os pais de uma moça processam um diretor que filmou o suicídio da filha deles, que se jogou de uma ponte. A Lockart/Gardner representa o diretor, tentando provar que o vídeo foi feito para prevenir suicídios, e não incitar. Alicia assume o caso depois da suspensão de Will e coloca Caitlin para fazer o interrogatório. Elas ganham o processo depois de perceber que o verdadeiro culpado pelo incidente foi o pai da moça que havia cortado o pagamento da faculdade da filha. Vale ressaltar a participação de Mamie Gummer como a (abusada) advogada Nancy Crozier, e Denis O’Hare como o (empolgado) juiz Charles Abernathy. Impagáveis.
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