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Switched at Birth - 1x23 - This Is the Color of My Dreams

Esta é a cor dos meus sonhos.


Esta é a cor dos meus sonhos.

Switched at Birth voltou nesta Fall para mais dez episódios, encerrando seu primeiro ano. Já de segunda temporada garantida, a série tem espaço suficiente para que seus personagens fiquem bem confortáveis, e para que as tramas se desenrolem sem pressa. E, claro, para que Bay namore todos os homens do planeta Terra.

Ou melhor, os homens deste planeta e de outros que tiverem vida também. Gente, desde o piloto que a menina namora um, namora outro. Termina com um, já pega outro. Nem termina direito, já pega outro. Essa necessidade de sempre ter alguém nem é só safadeza, mas uma grande insegurança.

Desta vez, e será minha primeira vez, concordarei com o pai dela. Ela não precisava de um namoro imediato depois do que aconteceu. Na verdade, ela nem deveria ter pensando em namoro depois do que aconteceu. No final, a única coisa que ela pode fazer foi terminar com o menino o mais rápido possível, não é? Pois então. Se você está no fundo do poço emocional, poderia pelo menos ser gentil e não arrastar ninguém consigo.

Falando em ser gentil, adorei o que ela fez com Simone. Basicamente, as duas trocaram de papel. Simone sempre foi a garota popular e "poderosa" da escola, e agora ela está de mãos atadas diante da raiva de Bay. Porém, apesar de gostar de ver Evil Bay tratando mal sua arqui-inimiga, não condiz muito com a personalidade dela agir assim. Perdoar e ser BFF talvez seja um pouco demais, mas se cada uma resolvesse cuidar apenas da própria vida, mesmo numa escola pequena, seria mais aceitável do que mandar a outra caçar outro lugar para estudar.

Bay: Você estragou tudo.
Emmett: Eu sei.
Bay: Não, você não sabe. Você arruinou a gente. Você arruinou qualquer outra relação que terei. Como poderei me apaixonar por alguém quando você faz coisas como essa?
Emmett: Não quero que se apaixone por mais ninguém.
Bay: Mas eu preciso. Porque não posso ficar com você.


Quanto à Emmett, concordo totalmente com ela e até mais. Trair já é algo fora de cogitação no mundo de Bay. E trair com a cunhada e inimiga de infância dela então... Ainda assim, quando ele fala que "nosso amor é maior que o meu erro", não tem como não querer vê-los juntos de novo. Ele errou, e usar palavras e desenhos bonitinhos não conserta nada. 

Mas, se houver alguma forma de ele reconquistá-la, conseguir o perdão dela com uma ação que prove seu arrependimento, os dois têm que ser um casal outra vez. Ela pode até ficar irritada agora, quando ouve que eles são destinados um para o outro. Porém todo o universo pensa assim também, não é?

Entrevistadora: De onde vem seu sotaque? É tão incomum. [...]
Daphne: Na verdade, sou surda. É um sotaque de surdos.
Entrevistadora: Sinto muito.
Daphne: Não tem problema.
Entrevistadora: Meu cachorro é surdo.
Daphne: Prometo que posso fazer qualquer coisa...
Entrevistadora: Pobrezinha... Muito obrigada por ter vindo.


Saindo do mundo de Bay e entrando no de Daphne, que bela foi a trama da ruiva neste episódio. Para mim, foi até melhor que a da irmã morena. Vai passando o tempo e parece que os plots envolvendo preconceito com surdos não tem mais nada a falar, mas "This Is the Color of My Dreams" provou muito bem o contrário através da persistência de uma Daphne sonhadora.

A cena com a entrevistadora parecia que seria o ápice do que ela iria ouvir. Mas aí veio o novo patrão, que foi obrigado a engolir a contratação da moça, e que já era estúpido de natureza. Jeff Reycraft (Justin Bruening, de Ringer) pisou, sambou e bateu o pé em cima do sonho da menina. Ainda bem que ela sabe se virar num campo cheio de minas, e é inteligente e madura o suficiente para lidar com a idiotice alheia cotidiana. Ela soube responder com paciência e educação, e com uma solução simples que não feriu o orgulho do Chef.

Como a gente sabe que logo ela conseguirá se provar e conquistará a confiança dele, daria até para dizer que ele é o novo par romântico dela. Não sei se SaB irá por este caminho, uma vez que há uma grande diferença de idade aí. Vamos aguardar o desenrolar e ver o que a série decide.

O que não está nada romântico é o casamento dos Kennish. Foi ótima a criação desta trama, com Kathryn querendo voar e o marido tradicional querendo cortar suas asinhas. Alguém precisa dizer para ele que não há necessidade desse drama todo, é tudo uma questão de adaptação. E já que eles têm dinheiro, por que não contratam uma empregada? John, deixe dona Kathryn usufruir seu sucesso em paz.

Para finalizar, o casamento de Regina e Angelo... Era óbvio que aconteceria. A mulher já começa o dia sonhando que está casando com o homem! A gente sabe que esta não é só a forma que ela encontrou para "fazer Bay feliz", já que o coração dela quase sai pela boca toda vez que o italiano chega perto. A ironia é que minutos atrás ela ficou aterrorizada com o namorado quando ele disse que não acredita em casamento, e agora ela saiu -- literalmente -- correndo para banalizar a instituição.

O que eu mais adoro nisso é a cara de cachorro abandonado de Angelo. De pouco em pouco, ele está conseguindo tudo o que quer, depois de ter aprontado tudo na vida. Mas e daí? Com um homem daquele, pouco importa o que ele fez. Qualquer mulher que tivesse a oportunidade de salvá-lo, sairia correndo para se enlaçar com o moço para sempre amém.
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